22 Junho 2014

DIRECÇÃO GERAL DO PATRIMÓNIO CULTURAL


Direção-Geral do Património Cultural tem um novo site

Está disponível em www.patrimoniocultural.pt o novo site da Direção-Geral do Património Cultural, reunindo todas as funcionalidades dos antigos sites do ex-IGESPAR e do ex-IMC, possibilitando o acesso a um conjunto de informações alargado sobre as diferentes áreas de actuação da responsabilidade directa desta Direção-Geral e também sobre conteúdos relacionados com o universo de trabalho no âmbito do Património Cultural, designadamente do património edificado urbano, arquitectónico e arqueológico, do património móvel, do património imaterial e dos museus e monumentos.
O novo site dá também acesso a uma Agenda alargada, composta por eventos realizados nos Museus e Monumentos, por todo o país e às Notícias mais recentes referentes ao universo do Património Cultural.

20 Junho 2014

TORRES VEDRAS: UM FILME DOCUMENTÁRIO DE 1926, da CINEMATECA

Muito curiosa esta reportagem de um acontecimento que deu brado em Torres Vedras, em 1926, no Choupal, em Torres Vedras.











Capela da Senhora o Ameal, no Choupal



TORRES VEDRAS - INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO AGRÍCOLA, PECUÁRIA E INDUSTRIAL - 22 AGOSTO 1926
http://www.cinemateca.pt/Cinemateca-Digital/Ficha.aspx?obraid=13367&type=Video

Sugestão de Venerando de Matos no seu Vedrografias.

19 Junho 2014

PATRIMÓNIO INDUSTRIAL

















Participámos hoje nesta Jornada, iniciando assim os nossos contactos com a APAI.

O programa foi integralmente cumprido.
Um dia muito positivo, pelo que aprendemos e pelos contactos que fizemos.

12 Junho 2014

UMA BOA NOTÍCIA PARA O PATRIMÓNIO CONCELHIO





Isabel de Luna chama a atenção na sua página do Fbook:


Direção-Geral do Património Cultural - Anúncio n.º 149/2014

Abertura do procedimento de classificação do Solar da Quinta
Velha do Hespanhol, na Quinta do Hespanhol, Carreiras, União
das Freguesias de Dois Portos e Runa, concelho de Torres Vedras,
distrito de Lisboa.

Algumas imagens da Quinta, ver aqui:
http://aorodardotempo.blogspot.pt/2012/10/imagens-do-meu-olhar-uma-tarde-na.html

Foto: J. Moedas Duarte

18 Abril 2014

DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS 2014



Depois da sessão no Museu Municipal Leonel Trindade alguns dos participantes deslocaram-se ao lugar da Fonte Nova para uma foto de grupo.



E já que ali estavam, subiram a rua do Casal do Aleixo e foram até à Fonte dos Negros e ao que resta do aqueduto que alimentava a fonte quinhentista onde o arqueólogo António Gonzalez explicou o significado dos vestígios que observaram.

(Fotos: José Pinto Gouveia)


10 Abril 2014

DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS 2014

 


Lugares de Memória 

O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios é uma iniciativa criada pelo Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios (ICOMOS) em 1982 e aprovada pela UNESCO no ano seguinte. Esta comemoração tem como objetivo sensibilizar os cidadãos para a diversidade e vulnerabilidade do património, bem como para o esforço envolvido na sua proteção e valorização.

Este ano, o evento tem por tema Lugares de Memória, com vista a sensibilizar os cidadãos para a salvaguarda e valorização do seu património local, procurando reencontrar os seus valores e memórias, dentro do espírito de que o património retém uma natureza evocativa e de celebração, em torno da qual se reforça a identidade coletiva.
Atendendo a que o dia 18 de Abril coincide com o dia de Sexta-feira Santa, as atividades deste ano decorrerão durante a semana da Páscoa (12 a 20 de Abril).

12 de abril | sábado
Museu Municipal Leonel Trindade | Praça 25 de abril

15h30 | Palestra sobre a Fonte Nova
A palestra terá como base um trabalho de investigação sobre o imóvel, levado a cabo pela Associação para a Defesa e Divulgação do Património Cultural de Torres Vedras e pelo Museu Municipal Leonel Trindade. Nela se abordará o seu percurso histórico, enquadrado nas problemáticas do abastecimento de água à vila e da salvaguarda do património, atendendo ao processo de demolição e de posterior reconstrução, de que o monumento foi alvo no século XX.

Oradores:
Joaquim Moedas Duarte
(Associação para a Defesa e Divulgação do Património Cultural de Torres Vedras)
Luís Filipe Rodrigues
(Associação para a Defesa e Divulgação do Património Cultural de Torres Vedras)


16h30 | Inauguração da exposição Fonte Nova, memórias de um lugar
Exposição patente até 18 de maio
A exposição procura evidenciar a Fonte Nova como lugar de memória, cruzando a informação histórica do monumento com as histórias e as memórias pessoais do sítio, partilhadas por diversos torrienses, que colaboraram nesta realização.


17h00 | visita guiada à Fonte Nova e à Fonte dos Negros
Partida do Museu Municipal
Nota:
Existirá transporte para pessoas com mobilidade condicionada.



09 Fevereiro 2014

IGREJA DE S. PEDRO DE TORRES VEDRAS




A Igreja de S. Pedro foi reaberta ao público depois de quatro meses de encerramento para obras.

Tal como nos diz o BADALADAS (semanário de Torres Vedras) desta semana, tratou-se de restaurar as pinturas do tecto da capela-mor, limpar a talha dourada do retábulo do altar-mor e reparar o retábulo do altar da Santíssima Trindade. Estes trabalhos estiveram a cargo do Instituto de Artes e Ofícios da Universidade Autónoma de Lisboa.

Os tectos estavam muito danificados e as pinturas mais antigas, feitas numa campanha de obras no séc. XIX, haviam sido recobertas por estuques e repinturas ocasionais, possivelmente para reparar fendas.
Agora foi possível limpar tais acrescentos e trazer à luz do dia o que Mestre Peres  havia feito em 1887 e que deixara assinalado com a sua assinatura -que também estava tapada.
Os pormenores mostram-nos símbolos da Eucaristia em fundo branco, na zona mais próxima do retábulo, e o cordeiro pascal entre desenhos de grotescos, na zona intermédia para a nave central.

De notar que este pintor era torriense e deixou obra feita noutros lugares, nomeadamente retratos a óleo de antigos Provedores da Santa Casa da Misericórdia de Torres Vedras - que se encontram na Sala do Despacho desta instituição, ao lado da Igreja da Misericórdia - e um conjunto de frescos numa sala da vivenda da família de Joaquim Alberto Mota, em Santa Cruz, representando aquela aldeia nos finais do séc. XIX.
Por curiosidade: o pintor, a quem chamavam "Mestre Peres", era avô de uma senhora que vive em Torres Vedras e que completou recentemente 100 anos de vida, a Dona Piedade Peres Sobreiro.
Vejamos algumas fotos que fizemos há dois dias numa visita à Igreja. Ali apreciámos a obra agora feita e confirmámos a necessidade de a continuar nos restantes altares em que a talha dourada está enegrecida e no belo órgão, que há muito emudeceu.

NOTA:
Os cortinados brancos que se vêem nas paredes tapam os espaços onde estavam quatro telas representando os quatro doutores da Igreja os quais se encontram em restauro. 
Em breve colocaremos aqui mais alguns dados curiosos sobre anteriores campanhas de obras nesta Igreja.
















RETÁBULO DA SANTÍSSIMA TRINDADE








30 Novembro 2013

TORRES VEDRAS ANTIGA


Postal do início do séc. XX: anos 20/30? Em primeiro plano, do lado direito, o cemitério de S. João. Agradecemos à nossa associada Margarida Brilha o envio deste postal.

A propósito de imagens antigas, deixamos aqui a referência a um estudo que acaba de chegar ao nosso conhecimento e que é mais uma contribuição para o conhecimento da História torriense:


MICROANÁLISE DE LONGA DURAÇÃO EM DEMOGRAFIA URBANA
Santa Maria de Torres Vedras entre os séculos XVII e XX

Autores:
                                                                Carlos Guardado da Silva
                                       Maria Norberta Amorim
                                       Paula Correia da Silva

Consultável aqui:





26 Novembro 2013

OLHANDO DO ALTO







O Castelo de Torres Vedras e a zona histórica à sua volta, vistos do alto.
Estamos certos de que o autor destas belas fotos não se zanga connosco. Elas podem ser vistas aqui:
http://portugalfotografiaaerea.blogspot.pt/

16 Novembro 2013

PESQUISA DE DADOS SOBRE O NOSSO PATRIMÓNIO ARQUEOLÓGICO






Por vezes não nos lembramos de que há bases de dados facilmente consultáveis.
É o caso deste site:

http://arqueologia.igespar.pt/index.php?sid=home

Se experimentarmos procurar o que há sobre o CASTRO DO ZAMBUJAL, por exemplo, encontraremos:

http://arqueologia.igespar.pt/index.php?sid=sitios.resultados&subsid=55518

Ou sobre o Tholos do Barro:

http://arqueologia.igespar.pt/index.php?sid=sitios.resultados&subsid=55694


Ou Gruta artificial da Ermegeira:

http://arqueologia.igespar.pt/index.php?sid=sitios.resultados&subsid=47953


Boas pesquisas!

11 Novembro 2013

CENTRO DE INTERPRETAÇÃO DO CASTELO DE TORRES VEDRAS

Foi hoje aberto ao público, na sala do torreão do castelo.


Torreão: vista exterior Norte


Pormenor da exposição


 Abóbada de nervuras da sala


Outro aspecto da exposição


Recanto com o vídeo


Estelas funerárias provenientes da necrópole adjacente à Igreja de Santa Maria do Castelo



Proposta de reconstituição do Castelo (imagem digitalizada do Folheto de Apoio)

Aquele pequeno espaço foi eficazmente organizado para acolher a exposição permanente com espólio proveniente de escavações e de antigas construções da zona do Castelo. Salienta-se o documentário em vídeo que, de forma extremamente sugestiva, mostra as fases da sua construção.  A partir de aturada investigação que trouxe à luz do dia novos dados e perspectivas de análise, foi possível propor uma releitura do Monumento que o situa como pioneiro da nova forma de construção quinhentista de fortalezas.
O Castelo de Torres Vedras - o mais visitado monumento da cidade - tem, a partir de agora, um excelente guião de leitura.

Para que conste:
Investigação e releitura do Monumento: Drª Isabel de Luna e Carlos Cunha
Desenhos e tratamento gráfico do vídeo: Arq. Jorge Martins
Concepção gráfica da Exposição e Folheto de Apoio: Drª Olga Moreira.

*

Para quem sobe à colina do Castelo há outra novidade: o recinto foi enriquecido com painéis documentais que ajudam o visitante a fazer uma leitura historicamente correcta daquele espaço


Painel junto às cisternas romanas


Outro painel documental, com uma leitura geral do recinto do Castelo

Horário das visitas:

Setembro a Maio: 10H00 às 18H00
Junho a Agosto: 10H00 às 19H00
Entrada gratuita
(informações retiradas do folheto de apoio)

07 Novembro 2013

VISITAS GUIADAS AO NOSSO CENTRO HISTÓRICO


Neste mês de Novembro, dias 9, 16 e 17,  a Associação do Património de Torres Vedras tem agendadas três visitas guiadas ao Centro Histórico. São destinadas a visitantes que nos contactaram e que vêm em grupos de cerca de 40 pessoas.

No dia 13 orientaremos uma visita à Igreja da Graça, numa actividade do Clube Sénior, organizada pela Câmara Municipal de Torres Vedras.

Agora, olhemos:




Centro Histórico: a Praça do Município, no início do séc. XX e actualmente. De notar que os pontos de vista dos fotógrafos são opostos. De comum, o edifício dos Paços do Concelho


21 Setembro 2013

MATACÃES - IGREJA DE NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA e ERMIDA DO SENHOR DO CALVÁRIO





IGREJA DE NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA - MATACÃES

De origem quinhentista (ainda se conservam nervuras desta época, numa das dependências), a igreja de Nossa Senhora da Oliveira conserva, na sua estrutura, vários elementos que caracterizaram as diferentes campanhas de obras de que foi alvo, ao longo dos séculos.
Na verdade, são pouco numerosas as informações conhecidas sobre o templo, muito embora as inscrições, e outros elementos decorativos, nos permitam definir, seguramente, duas intervenções arquitectónicas e decorativas. A primeira remonta ao século XVII, época em que a igreja terá sido reedificada. Para além da estrutura, de nave única e capela-mor rectangular, subsistem os azulejos enxaquetados, em tons de branco e azul, que revestem a zona inferior das paredes do corpo (AZEVEDO, FERRÃO, GUSMÃO, 1963, p. 26), note-se que estes azulejos não são mencionados no corpus de azulejaria do século XVII, de Santos SIMÕES, 1997, 2ª ed.). Desta centúria são, também, as lápides sepulcrais do pavimento. 
Mais consensuais parecem ser os trabalhos setecentistas, onde se inclui a renovação da fachada principal e da torre, bem como o revestimento azulejar figurativo do interior e o retábulo-mor, em talha dourada. O frontispício, definido por pilastras nos cunhais, rematados por pináculos, é aberto, ao centro, por um portal de verga curva e por um janelão de iluminação do coro. Destaca-se, neste conjunto, o frontão contracurvado que coroa o alçado, e que apresenta círculos no tímpano e uma cruz ao centro. Num plano ligeiramente recuado, e também com pilastras nos cunhais (rematados por fogaréus), ergue-se a torre sineira, cujos registos seguem o esquema da fachada do templo, rasgando-se, no último, a sineira e terminando o conjunto numa cúpula bolbosa. 



No interior, ganham especial relevância os diversos conjuntos de azulejos. Parecem ser mais antigos os seis painéis da capela-mor, que representam, do lado do Evangelho, a Adoração dos Magos, , os Desponsórios e a Sagrada Família, e do lado oposto, a Anunciação, a Adoração dos Pastores e a Fuga para o Egipto. Têm vindo a ser atribuídos ao pintor conhecido pelas iniciais P.M.P., mas cujo nome permanece por identificar (SIMÕES, 1979, p. 327). Com actividade conhecida na segunda e terceira décadas do século XVIII, P.M.P. poderia ter executado o trabalho da igreja de Nossa Senhora da Oliveira entre os anos de 1725-30 (IDEM). 
Já os azulejos ornamentais que revestem o arco triunfal, e os emblemas marianos que aí encontramos (alusivos às litanias da Virgem), datados de 1736, estão assinados por Bartolomeu Antunes (SIMÕES, 1970, p. 68). Todavia, os mais recentes estudos dedicados a este artista reuniram um conjunto de documentação onde se demonstra que Bartolomeu Antunes não foi pintor de azulejos, e a sua actividade "(...) deve ser entendida como a de um experiente gestor, sobre o qual recaía a responsabilidade geral da empreitada", articulando a encomenda com os pintores com quem habitualmente trabalhava (MANGUCCI, 2003, p. 140). A importância do cargo de mestre ladrilhador do Paço, levou-o a assinar alguns painéis, onde se inclui o da igreja de Matacães. Fica assim, em aberto, a autoria deste conjunto, mas apesar da actividade tradicional de Antunes se iniciar, tradicionalmente, a partir de 1730, é possível que tenha também sido ele a fornecer os azulejos da capela-mor (IDEM, p. 137). 




Retomando as intervenções no templo, o retábulo-mor, de talha barroca, deverá ser contemporâneo da campanha azulejar. Já do final do século XVIII é o conjunto da capela baptismal, com a pia setecentista, a que se acrescentou, posteriormente, um murete em mármore, e o revestimento azulejar de linguagem neoclássica. 
(Rosário Carvalho)


Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público
Cronologia
Decreto n.º 2/96, DR, I Série-B, n.º 56, de 6-03-1996 (ver Decreto)
Despacho de abertura de 18-05-1998 do Vice-Presidente do IPPAR
Proposta de abertura de 4-05-1998 da DRLisboa
ZEP
Anúncio n.º 13554/2012, DR, 2.ª série, n.º 198, de 12-10-2012 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 26-09-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 31-05-2012 da DRCLVT


Site do IGESPAR







                                               Igreja vista do Sítio do Senhor do Calvário
Fotos J Moedas Duarte


                                                                                * * *




SÍTIO E ERMIDA DO SENHOR DO CALVÁRIO

O Monte do Senhor do Calvário é um sítio relevante na paisagem física e cultural do concelho de Torres Vedras, dominante sobre o rio Sizandro e o vale de Matacães. Embora se desconheça quando se terá dado a cristianização do local - a actual capela foi reedificada em 1771 -, é de crer que o culto e a romaria associada seja de tradição tardo-medieval, período em que se multiplicaram as devoções.
A ermida foi propriedade da família Trigoso, da Quinta Nova, unida por laços matrimoniais aos Falcão da Quinta do Juncal, permanecendo ainda vinculada a estes. A primeira referência conhecida data de 1632, ano em que foi concedido ao templo licença para nele se celebrar missa. Este dado evidencia que, já nessa altura, a ermida estava construída e era importante o suficiente para justificar possuir missa própria.








A sua actual configuração resulta de uma quase integral reforma, levada a cabo em 1771 por intermédio de D. Francisco Mendo Trigoso, bispo de Viseu, que obteve do Papa Pio VI regalias de altar privilegiado, em 1779, conforme inscrição do lado direito da capela-mor. 





É uma capela quadrangular de modestas proporções, que tem a particularidade de ostentar a cabeceira voltada a poente, e que integra alguns importantes elementos de património integrado: mármores no altar-mor, pia baptismal e lavabo da sacristia; uma imagem tutelar de Cristo Crucificado, data de 1712; brasão de armas do bispo sobre o arco triunfal; azulejaria figurativa dedicada à Paixão de Cristo (na capela) e Santo António (na sacristia, constituindo este o anterior orago do templo) e diverso mobiliário litúrgico.
PAF










































 A Via-Sacra em azulejo embutido na parede é uma solução original




Azulejos da sacristia, com cenas da vida de Santo António





Fotos J Moedas Duarte


Classificado como SIP - Sítio de Interesse Público
Cronologia
Portaria n.º 232/2013, DR, 2.ª série, n.º 72, de 12-04-2013(ver Portaria)
Procedimento prorrogado até 30 de junho de 2013 pelo Decreto-Lei n.º 265/2012, DR, 1.ª série, n.º 251, de 28-12-2012 (ver Diploma)
Anúncio n.º 13544/2012, DR, 2.ª série, n.º 197, de 11-10-2012 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 25-07-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 29-05-2012 da DRCLVTejo para a classificação como SIP
Procedimento prorrogado pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30 de Dezembro (ver Despacho)
Despacho de abertura 18-05-1998 do VCice-Presidente do IPPAR
Proposta de 4-05-1998 da DRLisboa para a abertura do processo de classificação da Ermida e Sítio do Senhor Jesus do Calvário
Em 27-10-1997 a CM de Torres Vedras enviou elementos para instrução do processo
Proposta de 18-09-1996 da Paróquia de Nossa Senhora da Oliveira para a classificação do Sítio do Calvário
ZEP
Portaria n.º 232/2013, DR, 2.ª série, n.º 72, de 12-04-2013(ver Portaria)
Anúncio n.º 13544/2012, DR, 2.ª série, n.º 197, de 11-10-2012 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 25-07-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 29-05-2012 da DRCLVTejo
Zona "non aedificandi"
Portaria n.º 232/2013, DR, 2.ª série, n.º 72, de 12-04-2013
Site do IGESPAR